No início do ano iniciei meu primeiro blog. A idéia era trabalhar algumas questões e idéias, olhando-as sob novas perspectivas. Não pretendi me limitar a qualquer forma de linguagem: ao contrário, as diversas aproximações que tentei formulavam-se em poemas, crônicas, contos, ensaios, etc. Hoje, percebo que o projeto pecava por suas grandes pretensões. Era certo que eu não teria fôlego para aquela empresa.
Felizmente, o desejo de construir um espaço como aquele movia alguns outros espíritos. Assim, quando tudo ameaçava desmoronar, amigos e parceiros deram nova vida e esperança àquele projeto.
Hoje, pelo mérito e dedicação incansável dessas pessoas, o blog aproximações reúne e publica o trabalho de muitos. O caminho se fez bem mais longo e proveitoso do que eu poderia imaginar. Espero que os frutos só se tenham começado a colher.
Agora, contudo, outros ventos obrigam-me a uma nova senda: mais pessoal, fragmentária, dispersa e despretenciosa. Enfrentar os obstáculos dessa estrada é fado deste espaço.
Sendo assim, este será um blog que não procura leitores: que existam ou não, pouco se lhe dá...
Compõe, todo ele, um exercício e um ensaio. Uma espécie de painel íntimo, um diário sobre os choques de uma consciência comum com o mundo que a penetra. Uma coleção de experiências e impressões, um amontoado desconexo de retratos recolhidos pelo chão e aqui reunidos.
Sendo assim, este será um blog que não procura leitores: que existam ou não, pouco se lhe dá...
Compõe, todo ele, um exercício e um ensaio. Uma espécie de painel íntimo, um diário sobre os choques de uma consciência comum com o mundo que a penetra. Uma coleção de experiências e impressões, um amontoado desconexo de retratos recolhidos pelo chão e aqui reunidos.