segunda-feira, 18 de julho de 2011

Vermelho

Os olhos levemente cerrados
espreitam os vultos do teu corpo.

Sentem a dança delicada
dos teus gestos de amor e fremem
quando tuas mãos me alcançam a pele
em carícias de volúpia.

O desenho do teu corpo,
os desenhos no teu corpo...

Os teus lábios e o teu cheiro na penumbra...

Uma força leve que me doma a respiração
e aquece como lava o sangue nas veias.

Não é acaso que dizem vermelha a cor do amor.

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