Os olhos levemente cerrados
espreitam os vultos do teu corpo.
Sentem a dança delicada
dos teus gestos de amor e fremem
quando tuas mãos me alcançam a pele
em carícias de volúpia.
O desenho do teu corpo,
os desenhos no teu corpo...
Os teus lábios e o teu cheiro na penumbra...
Uma força leve que me doma a respiração
e aquece como lava o sangue nas veias.
Não é acaso que dizem vermelha a cor do amor.
Nenhum comentário:
Postar um comentário