segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Poeminha de Amor

A ti, meu amor, dedico o melhor que há
neste meu peito seco e calejado.
Ofereço, curioso, este hábito estranho de sorrir
que a força do teu olhar resgatou.

E também esta paixão madura,
este olhar perdido e
estas mãos rudes que erram sobre teu corpo, indecisas,
na busca de um carinho impossível.

Teu amor é como o sorriso da manhã
como a calma fria da aurora
a romper os fios de penumbra que uma noite de infortúnios teceu.

Agradeço o teu carinho, amiga,
com a simplicidade desses versos e do meu amor -
estas inesperadas flores que se abrem com a delicadeza do teu toque.

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